Projetos de extensão ensinam de maneira divertida alunos da rede pública de ensino
Publicado em 04/05/2018

Hoje (4), alunos do sétimo ao nono ano da Escola Estadual Dr. Ovídio de Andrade, de Ipatinga, realizaram visita ao campus Coronel Fabriciano para participar de três projetos de extensão do Unileste: Física Divertida, Magia da Química e Matemática em Ação. Os pequenos puderam vivenciar dinâmicas diferentes para aprender e desmistificar as disciplinas. 

Em contato com laboratórios, professores e estudantes universitários, os alunos do ensino básico acompanharam diversos experimentos em física, química e um jeito diferente de aprender a matemática. Para o estudante do sétimo período de Eng. Mecânica e extensionista do projeto Matemática em Ação, Mizael Cassiano, a iniciativa é positiva, pois permite que os estudantes do ensino fundamental e médio aprendam de maneira divertida: “É bacana porque conseguimos mostrar, de forma prática, que a física, a química e a matemática não são bichos de sete cabeças que eles imaginam na escola”, aponta.

Com a coordenação de professores universitários, os projetos são desenvolvidos com alunos de diversos cursos da graduação. A matemática em Ação, por exemplo, trabalha a disciplina através de jogos de computador, já o Física Divertida, com práticas de ilusão de ótica, e o Magia da Química traz alguns exemplos de substâncias químicas e experimentos divertidos. Tudo isso, para que os estudantes consigam fazer a relação com o que foi apresentado dentro da sala de aula e vivenciar o que é estar dentro de uma universidade.

De acordo com o coordenador do projeto Matemática em Ação, Marco Antônio Brasil, “a intenção é promover o estudo de maneira mais colaborativa, interativa e inclusiva para desmistificar o que se diz sobre as disciplinas. É simplificar. Além de ser importante para os alunos da rede pública que participam, é relevante também para os nossos estudantes extensionsitas, pois eles têm contato com os setores da sociedade, além de despertar a vocação humanística alinhada à sua formação científica”, pontua.

Para a professora da escola estadual, que acompanhou a visita junto às crianças, Kesia Pereira Gomes, “é importante os alunos terem noção da aplicabilidade das disciplinas. Eles estão começando a ter contado com a física e a química no currículo escolar e eles aprendem muito mais quando conseguem ver, na prática, como funciona. É bem diferente”, finaliza.


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